domingo, 22 de novembro de 2009

Sobre Estrelas e outras coisas que brilham

E chega a hora em que uma tristeza revoltada se abate sobre os seres que a troco de seu próprio prazer não compensado contemplam as estrelas. Pouco sei sobre essas luzes encantadoras, esses olhos mágicos, que iluminam a noite fazendo o escuro se envergonhar. São pálidas em seu esplendor sufocante e são delicadas como o toque morno da luz do sol pela manhã. De todas, as que mais admiro e amo são três e devo dizer; já vi e conheci várias estrelas cadentes, mas estas três não caem. Seu próprio fulgor as mantém intáctas.

Então porque a tristeza revoltada, voces devem se perguntar. Ora, é simples e ja foi antes abordado por mim em textos anteriores. Tudo tem a ver com alcance, ou a falta dele. Não é nada dificil de se concluir que uma vez que você admira e ama algo, acaba por deseja-lo, cobiça com olhos de quem precisa possuir. Pois bem, eu cobiço essas luzes e sei que não posso tê-las, não exatamente por talvez ser 'trevoso', mas porque as pálidas parecem ser muito para qualquer um que as tente possuir. Ouso, porém, as vezes e em vão na maioria delas... Vai que cola.

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