Desejar ousar e não poder, ja ousou muito se matando. Agora é hora para descanço e nada mais. Apenas silencio, quietude e calma. Serenidade se possível, mas não para ele. Os desejos de um espírito são ilusões. Ele quer ver e tocar, porém sabe que nada pode fazer de seus sonhos realidade, mas ainda assim, deseja.
Deseja agora desafiar seus próprios limites, mas já não há mais limites para serem desafiados. Atravessar paredes vai muito além do que um dia sonhara, mesmo assim, hoje parece muito vago e sem utilidade. Então por fim, deseja morrer. Mas que tolice!
domingo, 27 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
A Curiosidade
Via-se na distancia, um senhor e uma criança vindo e observando a tudo. O menino, que havia aprendido a andar há muito pouco tempo, perguntava ao velho com profundo interesse sobre tudo o que sua vista tão jovem podia ver.
- O que é aquilo no céu? - ele queria saber. Mal sabia falar também. - Aves carniceiras, creio eu. - respondeu o velho de mãos dadas com o menino.
- E aquilo? - ele apontava para uma arvore. - Uma amoreira, creio eu. - ele disse
- E qual é aquele passarinho lá em cima? - O velho se esforçava para conseguir enchergar, a idade o impedia de ver longe. - Acho que um pardal, meu filho. - ele dizia ainda com os olhos fixos na copa da arvore.
- Pra onde ele voa?
- Para além da sua imaginação, creio eu.
- Voce cre tanto, vovo. Porque?
- Por que eu nunca tive curiosidade para perguntar.
- O que é aquilo no céu? - ele queria saber. Mal sabia falar também. - Aves carniceiras, creio eu. - respondeu o velho de mãos dadas com o menino.
- E aquilo? - ele apontava para uma arvore. - Uma amoreira, creio eu. - ele disse
- E qual é aquele passarinho lá em cima? - O velho se esforçava para conseguir enchergar, a idade o impedia de ver longe. - Acho que um pardal, meu filho. - ele dizia ainda com os olhos fixos na copa da arvore.
- Pra onde ele voa?
- Para além da sua imaginação, creio eu.
- Voce cre tanto, vovo. Porque?
- Por que eu nunca tive curiosidade para perguntar.
domingo, 13 de setembro de 2009
Uma noite na Taverna
Elros entrou na taverna junto ao avanço do crepúsculo, estava aparentemente abatido e cansado. Sentou-se de frente ao balcão. - Rum, Falstoph, rum. - Pediu e foi prontamente atendido.
Era de fato cedo para começar a beber, mal caíra a noite e a taverna estava às moscas. Nenhum de seus amigos havia chegado e Elros se perguntava se apareceria alguém, no fim das contas.
Ao meiar o terceiro caneco de rum, eis que Elros vê Lörindir esbarrar na porta, ele adentra quieto e visivelmente bêbado. - Meu bom Falstoph, um café forte.. Por favor. - Elros ouviu aquelas palavras, e elas entraram em sua cabeça como parafusos enferrujados. - Café?! Café?!?- Esbravejou. - Falstoph, encha minha caneca de Rum mais uma vez e raios me partam se Lörindir não me acompanhar!
- Elros! Não te reconheci, velho amigo. - Disse surpreso. - É claro que não, você não saberia dizer a diferença entre uma vaca e um dragão, nesse estado! - Respondeu Elros entre risos, e os dois gargalharam depois.
- Tomas Rum? Ora, claro que te acompanho. Suspenda o café velho Falstoph! Afinal, é sexta!
- Esse é o velho Lörindir! Hahah! - Zombova - Mas diga-me, por onde andavas nesse dia quente de fim de inverno?
- Acreditas que tomei os primeiros goles em casa, saí e entrei numa outra taverna a leste? Um lugar estranho, de fato. Quando dei por mim, ja estava bebado e não conhecia ninguem daquela joça, e todos me fitavam cheios de intensões malévolas. Logo tomei meu rumo pra cá! - Explicava Lörindir achando graça. - Caí no caminho, veja - mostrando o cotovelo - Malditas carroças, o fim de tarde é caótico nessa cidade. - Elros só fazia rir, o estado de seu amigo era deplorável, digno de pena.
- Caro amigo, o sol mal se esconde e já esta caindo pelas ruas! -
Falstoph entrega o rum de Lörindir. - Ora essa, veja quem fala! Aposto que só não caiu até agora por que estás sentado, nobre. Veremos ao fim da noite! - Disse depois de sorvar um belo gole. E Elros o acompanhou sorrindo ironicamente. Não mais que subtamente, Lothor entra na taverna. - Saudações caros cachaceiros! - E ria! Como ria... - Lörindir!! Eu te vi caindo logo ali! Hahahaha!! O que aconteceu?!
- Maldito fazendeiro! Um dia eu mato um desses, e aqueles jegues que eles chamam de cavalos! Eu ja estava ha um bom tempo tentando atravessar a viela, quando finalmente me arrisco, ele como que de propósito avança. Tive de me jogar a frente para não ser atropelado. - Elros e Lothor a essa altura riam como Hienas da situação.
A conversa proseguia agradável, e o rum ia ficando mais suave a cada gole. Ia passando das seis e meia quando a Taverna foi se enchendo e o que mais se ouvia lá dentro eram vozes, e berros de bebados. Vez ou outra, alguem começava a cantar musicas típicas de bares e tavernas, isso fez com que Elros, que carregava um alaúde tivesse a idéia de começar a tocar.
- Precisamos de musica de verdade aqui, meus nobres! - Disse pegando o instrumento que deixara descançando no chão e recostado no balcão. Nada mais precisava ser dito, logo Lörindir puxou sua flauta das costas e iniciou a primeira melodia, Lothor pediu à Falstoph que lhe emprestace um pandeiro, e tudo ja estava armado. Beberam e tocaram a sexta feira com toda a alegria que lhes restavam da semana. Mais tarde, Vardamir, o anão, se juntou a eles. Deus, como anões bebem! E são orgulhosos como só eles podem ser, contava dos feitos dos antepassados - como se ninguem nunca tivesse ouvido tais histórias antes. - E como comem! Tão logo chegara, e sua mesa ja estava cheia de pilhas de pratos. Entre uma musica e outra todos comiam algo, mas Vardamir conseguia cantar e comer e beber ao mesmo tempo! Era impressionante.
Ia ficando tarde, e ocorreu que Elros precisava urinar. Foi sozinho e dormiu. Acordou de madrugada com o cricrilar dos grilos lá fora. Quando voltou para o salão da taverna viu o que pensara ser uma carnificina, mas não. Eram apenas bebados empilhados, até Falstoph havia dormido de bebado! O próprio dono do estabelecimento... Que vergonha! Quando deu por si, Vardamir estava dormindo emcima do que era pra ser seu Alaúde, "Filho de uma boa mãe" pensou... Mas estava com muito sono e preguiça para acordar um anão para uma briga de madrugada. Acabou que ele acordou Falstoph.
- Ei, seu irresponsável, acorde! - zombava - Me dê um caneco de cerveja, preciso ir pra casa. Logo amanhece, vou tomar uns cocões da patroa, e amanha ainda preciso arrumar o Feno...
Era de fato cedo para começar a beber, mal caíra a noite e a taverna estava às moscas. Nenhum de seus amigos havia chegado e Elros se perguntava se apareceria alguém, no fim das contas.
Ao meiar o terceiro caneco de rum, eis que Elros vê Lörindir esbarrar na porta, ele adentra quieto e visivelmente bêbado. - Meu bom Falstoph, um café forte.. Por favor. - Elros ouviu aquelas palavras, e elas entraram em sua cabeça como parafusos enferrujados. - Café?! Café?!?- Esbravejou. - Falstoph, encha minha caneca de Rum mais uma vez e raios me partam se Lörindir não me acompanhar!
- Elros! Não te reconheci, velho amigo. - Disse surpreso. - É claro que não, você não saberia dizer a diferença entre uma vaca e um dragão, nesse estado! - Respondeu Elros entre risos, e os dois gargalharam depois.
- Tomas Rum? Ora, claro que te acompanho. Suspenda o café velho Falstoph! Afinal, é sexta!
- Esse é o velho Lörindir! Hahah! - Zombova - Mas diga-me, por onde andavas nesse dia quente de fim de inverno?
- Acreditas que tomei os primeiros goles em casa, saí e entrei numa outra taverna a leste? Um lugar estranho, de fato. Quando dei por mim, ja estava bebado e não conhecia ninguem daquela joça, e todos me fitavam cheios de intensões malévolas. Logo tomei meu rumo pra cá! - Explicava Lörindir achando graça. - Caí no caminho, veja - mostrando o cotovelo - Malditas carroças, o fim de tarde é caótico nessa cidade. - Elros só fazia rir, o estado de seu amigo era deplorável, digno de pena.
- Caro amigo, o sol mal se esconde e já esta caindo pelas ruas! -
Falstoph entrega o rum de Lörindir. - Ora essa, veja quem fala! Aposto que só não caiu até agora por que estás sentado, nobre. Veremos ao fim da noite! - Disse depois de sorvar um belo gole. E Elros o acompanhou sorrindo ironicamente. Não mais que subtamente, Lothor entra na taverna. - Saudações caros cachaceiros! - E ria! Como ria... - Lörindir!! Eu te vi caindo logo ali! Hahahaha!! O que aconteceu?!
- Maldito fazendeiro! Um dia eu mato um desses, e aqueles jegues que eles chamam de cavalos! Eu ja estava ha um bom tempo tentando atravessar a viela, quando finalmente me arrisco, ele como que de propósito avança. Tive de me jogar a frente para não ser atropelado. - Elros e Lothor a essa altura riam como Hienas da situação.
A conversa proseguia agradável, e o rum ia ficando mais suave a cada gole. Ia passando das seis e meia quando a Taverna foi se enchendo e o que mais se ouvia lá dentro eram vozes, e berros de bebados. Vez ou outra, alguem começava a cantar musicas típicas de bares e tavernas, isso fez com que Elros, que carregava um alaúde tivesse a idéia de começar a tocar.
- Precisamos de musica de verdade aqui, meus nobres! - Disse pegando o instrumento que deixara descançando no chão e recostado no balcão. Nada mais precisava ser dito, logo Lörindir puxou sua flauta das costas e iniciou a primeira melodia, Lothor pediu à Falstoph que lhe emprestace um pandeiro, e tudo ja estava armado. Beberam e tocaram a sexta feira com toda a alegria que lhes restavam da semana. Mais tarde, Vardamir, o anão, se juntou a eles. Deus, como anões bebem! E são orgulhosos como só eles podem ser, contava dos feitos dos antepassados - como se ninguem nunca tivesse ouvido tais histórias antes. - E como comem! Tão logo chegara, e sua mesa ja estava cheia de pilhas de pratos. Entre uma musica e outra todos comiam algo, mas Vardamir conseguia cantar e comer e beber ao mesmo tempo! Era impressionante.
Ia ficando tarde, e ocorreu que Elros precisava urinar. Foi sozinho e dormiu. Acordou de madrugada com o cricrilar dos grilos lá fora. Quando voltou para o salão da taverna viu o que pensara ser uma carnificina, mas não. Eram apenas bebados empilhados, até Falstoph havia dormido de bebado! O próprio dono do estabelecimento... Que vergonha! Quando deu por si, Vardamir estava dormindo emcima do que era pra ser seu Alaúde, "Filho de uma boa mãe" pensou... Mas estava com muito sono e preguiça para acordar um anão para uma briga de madrugada. Acabou que ele acordou Falstoph.
- Ei, seu irresponsável, acorde! - zombava - Me dê um caneco de cerveja, preciso ir pra casa. Logo amanhece, vou tomar uns cocões da patroa, e amanha ainda preciso arrumar o Feno...
sábado, 12 de setembro de 2009
Um novo começo
O que é velho morre, o que é novo cresce e se multiplica. Gosto de tradições, minhas amizades mais presadas durarão até o fim de meus dias. Mas as ervas daninhas têm de ser cortadas pela raiz, ou crescerão denovo e denovo. Nada é como parece ser, no final das contas. As mascaras caem, a decepção - esperada com ansiedade - ilumina pensamentos como uma tocha na caverna escura, faz ver o que havia de errado.
And there and back again, eu digo! Que venha o novo, e que os velhos continuem leais a mim, voem comigo sobre as colinas e além! E os que não foram, que morram. Mas não pelas minhas mãos...
And there and back again, eu digo! Que venha o novo, e que os velhos continuem leais a mim, voem comigo sobre as colinas e além! E os que não foram, que morram. Mas não pelas minhas mãos...
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Da falta de inspiração
Ah...É tão triste ver o ultimo vestigio de inspiração se esvair pela ponta do lapis sem desejo de retornar.
Nada parece tão interessante a se cantar, escrever ou desenhar. Porém tudo mantém sua beleza intacta, a falha jaz na minha falta de apreço pelas tais coisas. O canto dos p
ássaros continua belo, tal como os raios de sol que iluminam as árvores verdejantes, onde eles entoam suas melodias. Tudo ainda tem sua beleza enferrujada de outrora, o pasto, os vales, rios e tudo o que eles refletem. O poder das tempestades e a calmaria mais doce, o calor de novembro e o frio cortante de junho. Mas nada disso me inspira tanto quanto no passado.
Há não tanto tempo tudo era mais intenso, cada mudança de clima era vista por mim como um grande acontecimento, a luz do sol que com força rompe as nuvens era quase divina, a lua também perdeu muito da sua majestade, o tapete amarelo embaixo dos Ipês são maravilhosos, mas não me causam mais arrepios. Houve dias em que eu tinha a necessidade de sentir o ar fresco da noite, e vagava sozinho pelas ruas só pra ter esse simples prazer...
Talvez nada disso seja suficiente agora, nada disso supre mais meus anseios. Os dias ficaram mais longos e as noites intermináveis. Escuridão é o que há em volta, e se aproxima rápido. Porém não é eterna, inspiração retorna com o tempo, eu sei que retorna... E cedo ela estará de volta.
Nada parece tão interessante a se cantar, escrever ou desenhar. Porém tudo mantém sua beleza intacta, a falha jaz na minha falta de apreço pelas tais coisas. O canto dos p
ássaros continua belo, tal como os raios de sol que iluminam as árvores verdejantes, onde eles entoam suas melodias. Tudo ainda tem sua beleza enferrujada de outrora, o pasto, os vales, rios e tudo o que eles refletem. O poder das tempestades e a calmaria mais doce, o calor de novembro e o frio cortante de junho. Mas nada disso me inspira tanto quanto no passado.Há não tanto tempo tudo era mais intenso, cada mudança de clima era vista por mim como um grande acontecimento, a luz do sol que com força rompe as nuvens era quase divina, a lua também perdeu muito da sua majestade, o tapete amarelo embaixo dos Ipês são maravilhosos, mas não me causam mais arrepios. Houve dias em que eu tinha a necessidade de sentir o ar fresco da noite, e vagava sozinho pelas ruas só pra ter esse simples prazer...
Talvez nada disso seja suficiente agora, nada disso supre mais meus anseios. Os dias ficaram mais longos e as noites intermináveis. Escuridão é o que há em volta, e se aproxima rápido. Porém não é eterna, inspiração retorna com o tempo, eu sei que retorna... E cedo ela estará de volta.
sábado, 5 de setembro de 2009
Sobre crianças
Crianças... são tão avulsas, se jogam no mundo com tanta facilidade, cegas pela inocencia. A unica coisa que as diferencia são os extremos de felicidade e tristeza, que mesmo assim, são efêmeros. Parem para observar um dia.
Crianças felizes são geralmente chatas, por que a felicidade desses seres é muito gritante. Falam demais, alto demais, são muito pegajosas, dão palpite em coisas que nunca ouviram falar... Sim, seus estupidos, parem de me condenar, eu digo isso por que ja fui assim também.
Uma criança triste é algo muito mais bonito de se ver. Não por ter apanhado ou algo assim, essas coisas acontecem naturalmente, um fim de tarde que as lembre da mãe que está viajando ou uma briga de amigos daquelas que duram à tardar 15 minutos, e lá estão eles brincando juntos denovo. Essas são mais suaves, os sorrisos não são forçados, quando acontecem são espontaneos e cheios de brilho, os olhos são expressivos por natureza. Minha infancia infelizmente foi feliz, nunca fiz muito o tipo do poeta precoce de 7 anos...
Crianças felizes são geralmente chatas, por que a felicidade desses seres é muito gritante. Falam demais, alto demais, são muito pegajosas, dão palpite em coisas que nunca ouviram falar... Sim, seus estupidos, parem de me condenar, eu digo isso por que ja fui assim também.
Uma criança triste é algo muito mais bonito de se ver. Não por ter apanhado ou algo assim, essas coisas acontecem naturalmente, um fim de tarde que as lembre da mãe que está viajando ou uma briga de amigos daquelas que duram à tardar 15 minutos, e lá estão eles brincando juntos denovo. Essas são mais suaves, os sorrisos não são forçados, quando acontecem são espontaneos e cheios de brilho, os olhos são expressivos por natureza. Minha infancia infelizmente foi feliz, nunca fiz muito o tipo do poeta precoce de 7 anos...
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Sobre Girinos
Heroísmo é pra heróis, eu não pretendo mudar o mundo de ninguem que não o meu próprio. Pessoas acomodadas que nos encorajam a agir é deprimente, façam vocês mesmos! Eu faço a minha parte, prometo. Terei um trailer, dois girinos pra criar, uma lora e uma vida nômade. Não preciso de muito mais pra viver, a não ser que a lora precise...
Ih...Parece que vai chover, o dia tá abafado... cansativo. Um dia à meia luz daqueles que não prometem muito, apenas uma boa soneca no fim de tarde, e como é sexta, bebida a noite. Porém sem muito propósito... E quando houve algum?
Vocês vêem isso? É engraçado o rumo que as coisas vão tomando com o tempo, não tenho idéia do futuro, mesmo assim faço planos que podem ser desfeitos em uma semana, como podem se tornar reais por mais absurdos que possam parecer, comprar um trailer e criar um casal de girinos com uma lora, hahah! A força da palavra ^^...
Ih...Parece que vai chover, o dia tá abafado... cansativo. Um dia à meia luz daqueles que não prometem muito, apenas uma boa soneca no fim de tarde, e como é sexta, bebida a noite. Porém sem muito propósito... E quando houve algum?
Vocês vêem isso? É engraçado o rumo que as coisas vão tomando com o tempo, não tenho idéia do futuro, mesmo assim faço planos que podem ser desfeitos em uma semana, como podem se tornar reais por mais absurdos que possam parecer, comprar um trailer e criar um casal de girinos com uma lora, hahah! A força da palavra ^^...
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Sabe que fones são muito interessantes? Eles dizem apenas o que você quer ou precisa ouvir, e quando você quer ou precisa ouvir. Pessoas pensam demais. Algumas...
Hoje eu estou com muita vontade de escrever, mesmo. Sendo assim, vou falar de tudo o que me vier na cabeça e tenham saco - ou não - pra ler. Sem poesias desnecessárias desprovidas de sentimento, apenas algumas frases cuspidas com um pouco de catarro e descaso, tão sujas quanto podem ser.
Maldito calor que ja tanto me encomoda. É como se o sol se aproximace da terra a cada ano... Eu dizia pra quem estava perto de mim, a não tanto tempo atrás "não joga a sacolinha no chão, estupido"... Se bem que isso não influencia tanto, de fato. Esse planeta ja foi muito pior. A bilhões de anos tudo o que havia era fogo, erupções vulcanicas, tempestades que duravam meses, e o planeta sempre esteve aqui, firme. E todos dizem "salvem o planeta!!"? Salvem a si mesmos seus imbecis, o planeta vai continuar aqui com ou sem vocês. Estamos todos fodidos =) .
Ok, Ok...Criticas ambientalistas ou políticas são ridículas pra quem não entende nada disso, mas eu deveria falar de que? Mais uma decepção?... Acho que ja tem o bastante nesse blog, vamos pensar em algo novo...
-Ora, puxe logo o gatilho e acabe com isso, se tiver coragem. Mas é claro que você não tem! Olhe só pra você! Um pobre coitado, mal resolvido cheio de desejos que não consegue realizar, sem filhos aos 40, não me surpreenderia se fosse virgem! É?! AHAHA! Por favor, me livre logo de continuar olhando para você e me mate de uma vez!! - Edward puxou o gatilho. Porém nele mesmo.
Pobre Edward, que vida triste =)
Por hoje é só isso...To com sono -.-'
Hoje eu estou com muita vontade de escrever, mesmo. Sendo assim, vou falar de tudo o que me vier na cabeça e tenham saco - ou não - pra ler. Sem poesias desnecessárias desprovidas de sentimento, apenas algumas frases cuspidas com um pouco de catarro e descaso, tão sujas quanto podem ser.
Maldito calor que ja tanto me encomoda. É como se o sol se aproximace da terra a cada ano... Eu dizia pra quem estava perto de mim, a não tanto tempo atrás "não joga a sacolinha no chão, estupido"... Se bem que isso não influencia tanto, de fato. Esse planeta ja foi muito pior. A bilhões de anos tudo o que havia era fogo, erupções vulcanicas, tempestades que duravam meses, e o planeta sempre esteve aqui, firme. E todos dizem "salvem o planeta!!"? Salvem a si mesmos seus imbecis, o planeta vai continuar aqui com ou sem vocês. Estamos todos fodidos =) .
Ok, Ok...Criticas ambientalistas ou políticas são ridículas pra quem não entende nada disso, mas eu deveria falar de que? Mais uma decepção?... Acho que ja tem o bastante nesse blog, vamos pensar em algo novo...
-Ora, puxe logo o gatilho e acabe com isso, se tiver coragem. Mas é claro que você não tem! Olhe só pra você! Um pobre coitado, mal resolvido cheio de desejos que não consegue realizar, sem filhos aos 40, não me surpreenderia se fosse virgem! É?! AHAHA! Por favor, me livre logo de continuar olhando para você e me mate de uma vez!! - Edward puxou o gatilho. Porém nele mesmo.
Pobre Edward, que vida triste =)
Por hoje é só isso...To com sono -.-'
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