sábado, 12 de setembro de 2009

Um novo começo

O que é velho morre, o que é novo cresce e se multiplica. Gosto de tradições, minhas amizades mais presadas durarão até o fim de meus dias. Mas as ervas daninhas têm de ser cortadas pela raiz, ou crescerão denovo e denovo. Nada é como parece ser, no final das contas. As mascaras caem, a decepção - esperada com ansiedade - ilumina pensamentos como uma tocha na caverna escura, faz ver o que havia de errado.

And there and back again, eu digo! Que venha o novo, e que os velhos continuem leais a mim, voem comigo sobre as colinas e além! E os que não foram, que morram. Mas não pelas minhas mãos...

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